R. Bras. Zootec.01/abr/2000;29(2):349-56.

Silagem de alfafa colhida no início do florescimento e submetida ao emurchecimento e à ação de aditivos biológicos

Luis Henrique Rangrab, Paulo Roberto Frenzel Mühlbach, Jorge Luiz Berto

DOI: 10.1590/S1516-35982000000200005

A alfafa (Medicago sativa L.) foi segada no verão com 40 dias de rebrote no estádio de início de florescimento (26,3% MS; 18,94% PB; 8,9% de carboidratos solúveis na MS; e 43,35 meqOH/100 g de MS de poder tampão). Parte do material foi ensilada fresca (26,30% MS) e parte, emurchecida por 20 horas (44,12% MS). Ambas as silagens, emurchecidas e não-emurchecidas, foram submetidas a quatro tratamentos, Controle, Enzimas, Lactobacilos e Lactobacilos mais Enzimas, e ensiladas em silos de laboratório (3,6 L), com quatro repetições por tratamento, por um período de 60 dias. O emurchecimento propiciou silagens de melhor qualidade com menor pH, maior relação ácido lático/ácido acético, menores níveis de N amoniacal (N – NH3) e menor solubilização das frações nitrogenadas, com maior teor de carboidratos solúveis residuais. A ação dos aditivos na silagem de alfafa não-emurchecida determinou valores mais baixos de pH e N-NH3 nos tratamentos com Enzimas e Lactobacilos mais Enzimas, quando comparados com o tratamento Lactobacilos, mas que não diferiram do Controle. Em ambas as silagens fresca e emurchecida, houve diminuição do nível de FDN no tratamento Lactobacilos mais Enzimas.

Silagem de alfafa colhida no início do florescimento e submetida ao emurchecimento e à ação de aditivos biológicos

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