R. Bras. Zootec.01/fev/2003;32(1):1-9.

Rendimento e composição química de carcaça da tartaruga-da-Amazônia (Podocnemis expansa) em sistema comercial

Vera Lúcia Ferreira Luz, José Henrique Stringhini, Yeda Soares de Lucena Bataus, Eder Sousa Fernandes, Wesley Assis de Paula, Michel Neto Novais, Isaías José dos Reis

DOI: 10.1590/S1516-35982003000100001

Foram acompanhados filhotes de Podocnemis expansa (tartaruga-da-amazônia) em oito criadouros localizados no município de Diorama, Goiás, objetivando avaliar os parâmetros de rendimento e composição química da carcaça. O experimento foi conduzido com animais, com idades entre 23 a 29 meses, os quais tiveram seu desempenho avaliado por meio de medidas biométricas do comprimento retilíneo da carapaça, em milímetros, e do peso em gramas. Foram avaliados também o rendimento e a composição química da carcaça. As análises de comparação de médias foram realizadas pelo teste de Duncan, acrescido da análise do coeficiente de correlação entre o peso corporal e o rendimento de carcaça. Os resultados apresentados apontaram que os animais com comprimento médio retilíneo da carapaça de 166,45 mm e peso médio de 621,35 g obtiveram os seguintes valores médios de rendimento: carcaça sem vísceras, 29,87%; carcaça com vísceras, 46,71%; carcaça com carapaça, 49,58%; gordura, 5,00%; vísceras, 16,76%; e fígado, 2,90%. A composição média protéica da carne correspondeu a 17,38% na matéria úmida, apresentando valor baixo de extrato etéreo (1,09%). Observou-se que o peso corporal está fortemente correlacionado com o rendimento de carcaça (r = 0,97).

Rendimento e composição química de carcaça da tartaruga-da-Amazônia (Podocnemis expansa) em sistema comercial

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