R. Bras. Zootec.01/dez/2004;33(6 Sup..2):1949-58.

Produção de forragem do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia-1) pastejado em diferentes alturas

Clovenilson Cláudio Perissato Cano, Ulysses Cecato, Marcos Weber do Canto, Anneliese Biagi Rodrigues, Clóves Cabreira Jobim, Augusto Manoel Rodrigues, Sandra Galbeiro, Willian Gonçalves do Nascimento

DOI: 10.1590/S1516-35982004000800005

Objetivou-se, com este experimento, avaliar a massa de forragem (MF), massa de lâmina verde (MLV), massa de colmo + bainha verde (MCV), massa de material morto (MMM), massa de forragem verde (MFV), relação folha/colmo (F/C), taxa de acúmulo de massa seca (TAMS), acúmulo de massa de forragem (AMF), índice de área foliar (IAF), porcentagem de solo descoberto (SD) e porcentagem de solo coberto com liteira (SCL) em pastagem de capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia-1) manejada em quatro alturas do dossel forrageiro (20, 40, 60 e 80 cm). O método de pastejo utilizado foi o de lotação contínua e taxa de lotação variável, com novilhos da raça Nelore com peso médio de 340 kg. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado com duas repetições e realizaram-se cinco avaliações. MLV, MCV, MMM, MFV, MF, IAF, TAMS e AMF aumentaram com o avanço da altura do dossel, sendo que a porcentagem de SD, SCL e material morto diminui em pastos mais altos. O manejo do capim-Tanzânia nas alturas de 40 e 60 cm, apresentou as melhores respostas de composição morfológica, garantindo boa oferta de folhas, de cobertura do solo e taxa de acúmulo de massa seca. As alturas de 20 e 80 cm não devem ser recomendadas para o manejo do capim-Tanzânia quando o objetivo for produção com qualidade e quantidade.

Produção de forragem do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia-1) pastejado em diferentes alturas

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