R. Bras. Zootec.01/jun/2003;32(3):620-31.

Plano nutricional com diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável na ração, para frangos de corte

Nadja Susana Mogyca Leandro, Marcos Barcelos Café, José Henrique Stringhini, Roberto Moraes Filho, Keily Alves de Moura, Renato Pinto da Silva Júnior

DOI: 10.1590/S1516-35982003000300014

Dois experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar quatro planos nutricionais com diferentes níveis de energia (EM) e proteína (PB), denominados PN1 (maior nível de EM e PB), PN2 (médio), PN3 (baixo) e PN4 (menor) nas rações inicial, crescimento e final, sobre o desempenho, o rendimento de carcaça e cortes e a viabilidade econômica na criação de frangos machos (Experimento 1) e fêmeas (Experimento 2). O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com quatro tratamentos e quatro repetições, de 55 aves cada. Foi aplicado o teste Tukey (5%) para comparação das médias. Os resultados demonstraram que o aumento dos níveis de energia e proteína melhorou o desempenho produtivo dos frangos machos, no período de 1 a 39 dias de idade, e fêmeas, no período de 1 a 46 dias. Os planos nutricionais não afetaram o rendimento de carcaça dos frangos machos. Entretanto, as aves machos alimentadas com rações de mais altos teores de proteína e energia (PN1 e PN2) apresentaram maior rendimento de peito. Não houve diferença significativa entre os tratamentos para os rendimentos de carcaça e cortes de aves fêmeas. O maior retorno econômico em peso vivo de aves machos foi obtido com o plano nutricional de baixa concentração de proteína e energia (PN3). Entretanto, para rendimento de carcaça e corte de aves machos, o melhor retorno econômico foi observado para o PN2. Independentemente do produto comercializado, as aves fêmeas apresentaram melhor econômico sempre se que utilizou o PN3.

Plano nutricional com diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável na ração, para frangos de corte

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