R. Bras. Zootec.01/set/1999;28(5):1054-62.

Níveis de energia metabolizável para frangos de corte no período de 22 a 42 dias de idade mantidos em condições de estresse de calor

Adhemar Rodrigues de Oliveira Neto, Rita Flavia Miranda de Oliveira, Juarez Lopes Donzele, Luiz Fernando Teixeira Albino, Sandra Roselí Valerio

DOI: 10.1590/S1516-35981999000500022

Utilizaram-se 240 frangos de corte machos Hubbard com peso médio inicial de 689+5,27 g, mantidos de 22 a 42 dias de idade, em condições de estresse de calor (31,9+0,29ºC). Foi usado delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos (3000, 3075, 3150, 3225 e 3300 kcal de energia metabolizável/kg de ração), seis repetições e oito animais por unidade experimental. Avaliaram-se os efeitos de níveis de energia metabolizável (EM) sobre o desempenho, a qualidade de carcaça e as variáveis fisiológicas de frangos de corte alimentados de forma controlada (93% do consumo voluntário) com rações isoprotéicas. O ganho de peso e a conversão alimentar elevaram-se e o consumo de energia metabolizável aumentou linearmente, em razão do nível de EM das rações. Observou-se que as deposições de proteína e gordura na carcaça foram influenciadas de forma linear crescente, enquanto o peso absoluto da sobrecoxa apresentou variação quadrática. Os pesos absoluto dos pulmões e do coração e o relativo dos pulmões dos frangos de corte foram influenciados pelo nível de EM das rações. O nível de 3300 kcal de EM proporcionou os melhores resultados de desempenho, enquanto o de 3108 kcal resultou em maior deposição de proteína, com menor proporção de gordura na carcaça de frangos de corte mantidos em condições de estresse de calor.

Níveis de energia metabolizável para frangos de corte no período de 22 a 42 dias de idade mantidos em condições de estresse de calor

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