R. Bras. Zootec.01/jun/2000;29(3):810-6.

Níveis de energia metabolizável para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade mantidos em ambiente de alta temperatura

Rita Flávia Miranda de Oliveira, Jerri Teixeira Zanusso, Juarez Lopez Donzele, Rony Antonio Ferreira, Luiz Fernando Teixeira Albino, Sandra Roselí Valerio, Adhemar Rodrigues de Oliveira Neto, Humberto Maximiano do Carmo

DOI: 10.1590/S1516-35982000000300024

Quatrocentos e cinqüenta pintos de corte machos, Avian Farms, com peso médio de 48±0,3 g, foram utilizados em um experimento conduzido em câmaras climáticas, para avaliar o efeito dos níveis de energia metabolizável (2850, 2925, 3000, 3075 e 3150 kcal de EM/kg), entre 1 e 21 dias de idade, mantidos em ambiente de alta temperatura (34ºC e 60% UR). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com cinco tratamentos, nove repetições e dez aves por unidade experimental. As características estudadas foram desempenho e composição de carcaça, em que a estimativa da exigência de energia metabolizável das aves foi feita por meio de regressão linear ou quadrática, conforme o melhor ajuste. O ganho de peso, o consumo de energia metabolizável e as deposições de proteína e gordura na carcaça aumentaram, enquanto a conversão alimentar dos pintos reduziu de forma linear com os tratamentos. O rendimento de carcaça das aves não foi influenciado pelos níveis de EM da ração. Os níveis de EM da ração modificaram a composição da carcaça e aumentaram o peso de gordura abdominal. Os pintos de corte de 1 a 21 dias de idade, mantidos sob alta temperatura, exigem, no mínimo, relação energia:proteína de 13,6 para melhor desempenho e deposição de proteína na carcaça.

Níveis de energia metabolizável para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade mantidos em ambiente de alta temperatura

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