R. Bras. Zootec.01/jun/2006;35(3 Sup..):1101-6.

Níveis de energia metabolizável mantendo a relação lisina digestível: caloria em rações para suínos machos castrados em terminação

Wilkson Oliveira Rezende, Juarez Lopes Donzele, Rita Flávia Miranda de Oliveira, Márvio Lobão Teixeira de Abreu, Aloízio Soares Ferreira, Francisco Carlos de Oliveira Silva, Lourdes Romão Apolônio

DOI: 10.1590/S1516-35982006000400022

Foram utilizados 40 suínos machos castrados, híbridos comerciais com peso inicial de 60,1 ± 1,3 kg, em um estudo para avaliar os efeitos de diferentes níveis de EM, mantendo-se a relação lisina digestível:caloria sobre o desempenho e as características de carcaça. Foi utilizado o delineamento experimental de blocos ao acaso, com quatro tratamentos, cinco repetições e dois animais por unidade experimental. Os tratamentos corresponderam a quatro níveis de EM (3.100, 3.230, 3.370 e 3.500 kcal/kg de ração), nos quais foi mantida a relação de 2,41 g de lisina digestível/Mcal de EM. As rações foram fornecidas à vontade até o fim do período experimental, quando os animais atingiram 95,46 ± 2,89 kg. Os níveis de energia metabolizável influenciaram o consumo diário de ração, que reduziu linearmente. A conversão alimentar melhorou linearmente com o aumento dos níveis de energia metabolizável. Não houve efeito dos tratamentos sobre o consumo de energia, o ganho de peso diário, a eficiência de utilização da EM para ganho de peso, o rendimento de carcaça, a espessura de toucinho e o rendimento de carne magra. Níveis crescentes de energia metabolizável (3.100 a 3.500 kcal/kg), mantendo-se a relação lisina digestível:caloria na ração de suínos machos castrados, promovem melhora na conversão alimentar e redução no consumo de ração, sem alterar os valores do ganho de peso e das características de carcaça.

Níveis de energia metabolizável mantendo a relação lisina digestível: caloria em rações para suínos machos castrados em terminação

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