R. Bras. Zootec.01/jun/2002;31(3 Sup..):1418-25.

Farelo de Girassol na Alimentação de Frangos de Corte em Diferentes Fases de Desenvolvimento

João Waine Pinheiro, Nilva Aparecida Nicolao Fonseca, Caio Abércio da Silva, Lizete Cabrera, Frank Angelo Tomita Bruneli, Sabrina Endo Takahashi

DOI: 10.1590/S1516-35982002000600013

Objetivando determinar a melhor idade para a inclusão do farelo de girassol (FG) e o seu melhor nível nas rações de frangos de corte, bem como, avaliar a viabilidade econômica desta inclusão, 480 pintos de corte com 3 dias de idade, metade de cada sexo, foram distribuídos em um delineamento inteiramente ao acaso. Os tratamentos experimentais consistiram de uma combinação de níveis de FG nas rações (0, 4, 8 e 12%) e idades de fornecimento destas (I1= 3-21, I2= 22-35 e I3= 36-42 dias), sendo: T1= 0% de inclusão de FG nas rações nas idades I1, I2 e I3; T2= 4% nas idades I1, I2 e I3; T3= 8% nas idades I1, I2 e I3; T4= 12% nas idades I1, I2 e I3; T5= 0% na idade I1 e 4% nas I2 e I3; T6= 0% na I1 e 8% nas I2 e I3, T7= 0% na I1 e 12% nas I2 e I3; T8= 0% nas I1 e I2 e 4% na I3; T9= 0% nas I1 e I2 e 8% na I3; e T10= 0% nas I1 e I2 e 12% na I3. As análises estatísticas foram realizadas em arranjos fatoriais 4×2, 7×2 e 10×2, para as características ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar dos 3-21, 3-35 e 3-42 dias, respectivamente. Não houve efeito dos níveis de FG sobre o ganho de peso e consumo de ração nas idades estudadas. Dos 3-35 dias de idade, os tratamentos T1 e T7 proporcionaram, respectivamente, a melhor e a pior média para conversão alimentar. Aos 42 dias de idade o menor custo de produção foi obtido para o T8.

Farelo de Girassol na Alimentação de Frangos de Corte em Diferentes Fases de Desenvolvimento

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