A Revista Brasileira de Zootecnia é uma publicação dedicada ao amplo campo da Zootecnia. Publicamos pesquisas científicas originais e de alta qualidade que abrangem várias áreas, incluindo aquicultura, biometeorologia e bem-estar animal, forragens e pastagens, melhoramento e genética de plantas forrageiras e animais, reprodução animal, nutrição de ruminantes e não-ruminantes, ciência da carne e biologia muscular, zootecnia de precisão e sistemas de produção animal e agronegócio.
A Revista Brasileira de Zootecnia é uma publicação dedicada ao amplo campo da Zootecnia. Publicamos pesquisas científicas originais e de alta qualidade que abrangem várias áreas, incluindo aquicultura, biometeorologia e bem-estar animal, forragens e pastagens, melhoramento e genética de plantas forrageiras e animais, reprodução animal, nutrição de ruminantes e não-ruminantes, ciência da carne e biologia muscular, zootecnia de precisão e sistemas de produção animal e agronegócio.
A Revista Brasileira de Zootecnia é uma publicação dedicada ao amplo campo da Zootecnia. Publicamos pesquisas científicas originais e de alta qualidade que abrangem várias áreas, incluindo aquicultura, biometeorologia e bem-estar animal, forragens e pastagens, melhoramento e genética de plantas forrageiras e animais, reprodução animal, nutrição de ruminantes e não-ruminantes, ciência da carne e biologia muscular, zootecnia de precisão e sistemas de produção animal e agronegócio.
Neste trabalho são apresentadas estratégias que podem ser implementadas para minimizar o impacto ambiental dos efluentes da produção suína sobre o solo, a água e a atmosfera. Esta redução pode ser obtida com a excreção de azoto e a sua volatilização. A formulação mais ajustada às necessidades dos animais, o aumento da digestibilidade da dieta e a melhoria do desempenho dos animais podem reduzir a excreção de azoto. O uso de aditivos nas dietas ou nos dejectos e alterações nas instalações pode reduzir a volatilização da amónia.
Estratégias para minimização do impacto ambiental do azoto em suinicultura
Monteiro,Divanildo Outor and Pinheiro,Victor Manuel Carvalho and Mourão,José Luís Medeiros and Rodrigues,Miguel António Machado. Estratégias para minimização do impacto ambiental do azoto em suinicultura. R. Bras. Zootec. [online]. 2010, vol.39, suppl.spe, [cited 2026-10-10], pp.317-325. Available from: <https://rbz.org.br/pt-br/article/estrategias-para-minimizacao-do-impacto-ambiental-do-azoto-em-suinicultura/>. ISSN 1516-3598. http://doi.org/10.1590/S1516-35982010001300035.
Monteiro,Divanildo Outor; Pinheiro,Victor Manuel Carvalho; Mourão,José Luís Medeiros; Rodrigues,Miguel António Machado. Estratégias para minimização do impacto ambiental do azoto em suinicultura. R. Bras. Zootec., v.39, suppl.spe, p. 317-325. jul. 2010. Available from: <https://rbz.org.br/pt-br/article/estrategias-para-minimizacao-do-impacto-ambiental-do-azoto-em-suinicultura/>. acess on 10 Oct. 2026. http://doi.org/10.1590/S1516-35982010001300035.
Monteiro,Divanildo Outor, & Pinheiro,Victor Manuel Carvalho, & Mourão,José Luís Medeiros, & Rodrigues,Miguel António Machado. (2010). Estratégias para minimização do impacto ambiental do azoto em suinicultura. R. Bras. Zootec., 39(suppl.spe) , 317-325. http://doi.org/10.1590/S1516-35982010001300035.
MonteiroDivanildo Outor, PinheiroVictor Manuel Carvalho, MourãoJosé Luís Medeiros, RodriguesMiguel António Machado. Estratégias para minimização do impacto ambiental do azoto em suinicultura. R. Bras. Zootec. [Internet]. 2010 jul [cited 2026 Oct 10]; 39(suppl.spe): 317-325. Available from: https://rbz.org.br/pt-br/article/estrategias-para-minimizacao-do-impacto-ambiental-do-azoto-em-suinicultura/. http://doi.org/10.1590/S1516-35982010001300035.
Figure 9
Differential abundance of taxa between treatments for Fimenecus sp004556705 (A) and NSJ-53 sp014384795 (B) species on day 21 of lactation in 8 sows per treatment fed to one of three dietary treatments: 1) a diet containing xylanase (Control; valorization of 40 kcal of ME/kg diet, CD40), 2) CD40 + β-mannanase (0.3 g/kg, valorization of 45 kcal ME/kg diet, CD85), and 3) CD40 + β-mannanase (0.3 g/kg, valorization of 60 kcal ME/kg diet, CD100).