R. Bras. Zootec.01/dez/2004;33(6 Sup..2):2017-25.

Endogamia e limite de seleção em populações selecionadas obtidas por simulação

Fernanda Cristina Breda, Ricardo Frederico Euclydes, Carmen Silva Pereira, Robledo de Almeida Torres, Paulo Luiz Souza Carneiro, José Lindenberg Rocha Sarmento, Rodolpho de Almeida Torres Filho, Antonia Kécya França Moita

DOI: 10.1590/S1516-35982004000800013

Objetivou-se, com este trabalho, avaliar o comportamento do coeficiente de endogamia e do limite de seleção considerando população-base selecionada. Utilizou-se o programa GENESYS para a simulação do genoma constituído de uma única característica quantitativa com valor de herdabilidade igual a 0,40, população-base, população inicial e populações sob seleção. Foram consideradas três gerações distintas como gerações bases, gerações zero (G0PB), três (G3PB) e sete (G7PB). As populações foram selecionadas a partir dos valores genéticos obtidos pelo melhor preditor linear não-viesado (BLUP) e com base no desempenho individual, sendo considerados: a) dois tamanhos efetivos de população (Ne1 = 38,09 e Ne2 = 88,88) e b) dois sistemas de acasalamentos dos reprodutores selecionados (reprodutores acasalados aleatoriamente – RAA e exclusão de irmãos completos – EIC). Os parâmetros avaliados foram: coeficiente médio de endogamia, percentagem de locos fixados favoravelmente e limite de seleção. A não-utilização da população-base verdadeira (G0PB) subestimou os coeficientes de endogamia. As populações que utilizaram as gerações três e sete como base apresentaram as mesmas taxas de fixação de alelos favoráveis e os mesmos valores do limite de seleção das populações que consideraram a G0PB.

Endogamia e limite de seleção em populações selecionadas obtidas por simulação

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