R. Bras. Zootec.01/abr/2005;34(2):508-13.

Desempenho reprodutivo de cabras alpinas tratadas com hCG cinco dias após o acasalamento

Jeferson Ferreira da Fonseca, Ciro Alexandre Alves Torres, Vitor Valério Maffili, Alan Maia Borges, Cláudio José Borela Espeschit, Paula de Zorzi Balbinot, Rita Flávia Miranda Oliveira, Pedro A. G. Leite

DOI: 10.1590/S1516-35982005000200018

Objetivou-se com este estudo avaliar o efeito da administração de hCG sobre o desempenho reprodutivo de cabras Alpinas durante a estação de acasalamento natural. Trinta e duas fêmeas nulíparas e 124 lactantes, após a identificação de estro e acasalamento, foram aleatoriamente divididas, de acordo com a categoria, em dois tratamentos. Em T1 (n=75) e T2 (n=81), os animais receberam 1 mL de solução salina ou 250 UI de hCG, respectivamente, por via intramuscular cinco dias após o acasalamento. A gestação foi verificada por ultra-sonografia transabdominal (probe de 3,5 MHz) nos dias 35 e 70 após o acasalamento, para detecção e confirmação da gestação, respectivamente. As taxas de gestação não diferiram entre T1 (86,7%) e T2 (70,6%) para nulíparas e T1 (78,3 %) e T2 (84,4 %) para lactantes. Não houve diferença entre a taxa de parição (75,0 e 75,7%), o período de gestação (150,47 e 150,80 dias) e a prolificidade (1,75 e 1,80 fetos) entre os animais do T1 e T2, respectivamente. A prolificidade foi superior em cabras lactantes (1,90) que em nulíparas (1,41). A administração de hCG cinco dias após o acasalamento não elevou o desempenho reprodutivo em cabras da raça Alpina.

Desempenho reprodutivo de cabras alpinas tratadas com hCG cinco dias após o acasalamento

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