A Revista Brasileira de Zootecnia é uma publicação dedicada ao amplo campo da Zootecnia. Publicamos pesquisas científicas originais e de alta qualidade que abrangem várias áreas, incluindo aquicultura, biometeorologia e bem-estar animal, forragens e pastagens, melhoramento e genética de plantas forrageiras e animais, reprodução animal, nutrição de ruminantes e não-ruminantes, ciência da carne e biologia muscular, zootecnia de precisão e sistemas de produção animal e agronegócio.
A Revista Brasileira de Zootecnia é uma publicação dedicada ao amplo campo da Zootecnia. Publicamos pesquisas científicas originais e de alta qualidade que abrangem várias áreas, incluindo aquicultura, biometeorologia e bem-estar animal, forragens e pastagens, melhoramento e genética de plantas forrageiras e animais, reprodução animal, nutrição de ruminantes e não-ruminantes, ciência da carne e biologia muscular, zootecnia de precisão e sistemas de produção animal e agronegócio.
A Revista Brasileira de Zootecnia é uma publicação dedicada ao amplo campo da Zootecnia. Publicamos pesquisas científicas originais e de alta qualidade que abrangem várias áreas, incluindo aquicultura, biometeorologia e bem-estar animal, forragens e pastagens, melhoramento e genética de plantas forrageiras e animais, reprodução animal, nutrição de ruminantes e não-ruminantes, ciência da carne e biologia muscular, zootecnia de precisão e sistemas de produção animal e agronegócio.
Foram determinadas as degradabilidades in situ da MS e PB dos folíolos de três leguminosas tropicais leucena (Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit), guandu (Cajanus cajan (L.) Millsp.) e soja perene (Neonotonia wightii) e de folhas de outras duas forrageiras tropicais rami (Boehmeria nivea (L.) Gaudich) e mandioca (Manihot esculenta Crantz). Amostras de 3 g (guandu, soja e rami) ou 5 g (leucena e mandioca) do material foram incubadas no rúmen de quatro novilhos por períodos de 3, 6, 12, 18, 24 e 48 horas. As degradabilidades efetivas da MS e da PB para a taxa de passagem de 5% hora foram elevadas (acima de 60%). As taxas de degradação, exceto a do guandu, também foram consideradas elevadas. As forrageiras apresentaram alta digestibilidade total da proteína (acima de 88%), exceto os folíolos de guandu (69%). O guandu foi a forrageira com menor potencial de degradação da proteína.
Degradabilidade ruminal da matéria seca e da proteína bruta de folhas e folíolos de forrageiras tropicais
Veloso,Cristina Mattos and Rodriguez,Norberto Mario and Carvalho,Gleidson Giordano Pinto de and Pires,Aureliano José Vieira and Mourão,Gerson Barreto and Gonçalves,Lúcio Carlos and Sampaio,Ivan Barbosa Machado. Degradabilidade ruminal da matéria seca e da proteína bruta de folhas e folíolos de forrageiras tropicais. R. Bras. Zootec. [online]. 2006, vol.35, 2, [cited 2026-04-24], pp.613-617. Available from: <https://rbz.org.br/pt-br/article/degradabilidade-ruminal-da-materia-seca-e-da-proteina-bruta-de-folhas-e-foliolos-de-forrageiras-tropicais/>. ISSN 1516-3598. http://doi.org/10.1590/S1516-35982006000200039.
Veloso,Cristina Mattos; Rodriguez,Norberto Mario; Carvalho,Gleidson Giordano Pinto de; Pires,Aureliano José Vieira; Mourão,Gerson Barreto; Gonçalves,Lúcio Carlos; Sampaio,Ivan Barbosa Machado. Degradabilidade ruminal da matéria seca e da proteína bruta de folhas e folíolos de forrageiras tropicais. R. Bras. Zootec., v.35, 2, p. 613-617. abr. 2006. Available from: <https://rbz.org.br/pt-br/article/degradabilidade-ruminal-da-materia-seca-e-da-proteina-bruta-de-folhas-e-foliolos-de-forrageiras-tropicais/>. acess on 24 Apr. 2026. http://doi.org/10.1590/S1516-35982006000200039.
Veloso,Cristina Mattos, & Rodriguez,Norberto Mario, & Carvalho,Gleidson Giordano Pinto de, & Pires,Aureliano José Vieira, & Mourão,Gerson Barreto, & Gonçalves,Lúcio Carlos, & Sampaio,Ivan Barbosa Machado. (2006). Degradabilidade ruminal da matéria seca e da proteína bruta de folhas e folíolos de forrageiras tropicais. R. Bras. Zootec., 35(2) , 613-617. http://doi.org/10.1590/S1516-35982006000200039.
VelosoCristina Mattos, RodriguezNorberto Mario, CarvalhoGleidson Giordano Pinto de, PiresAureliano José Vieira, MourãoGerson Barreto, GonçalvesLúcio Carlos, SampaioIvan Barbosa Machado. Degradabilidade ruminal da matéria seca e da proteína bruta de folhas e folíolos de forrageiras tropicais. R. Bras. Zootec. [Internet]. 2006 abr [cited 2026 Apr 24]; 35(2): 613-617. Available from: https://rbz.org.br/pt-br/article/degradabilidade-ruminal-da-materia-seca-e-da-proteina-bruta-de-folhas-e-foliolos-de-forrageiras-tropicais/. http://doi.org/10.1590/S1516-35982006000200039.
Figure 6
Differential abundance for the species Faecalibacterium prausnitzii (A) and Megamonas funiformis (B).