R. Bras. Zootec.01/abr/2006;35(2):613-7.

Degradabilidade ruminal da matéria seca e da proteína bruta de folhas e folíolos de forrageiras tropicais

Cristina Mattos Veloso, Norberto Mario Rodriguez, Gleidson Giordano Pinto de Carvalho, Aureliano José Vieira Pires, Gerson Barreto Mourão, Lúcio Carlos Gonçalves, Ivan Barbosa Machado Sampaio

DOI: 10.1590/S1516-35982006000200039

Foram determinadas as degradabilidades in situ da MS e PB dos folíolos de três leguminosas tropicais leucena (Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit), guandu (Cajanus cajan (L.) Millsp.) e soja perene (Neonotonia wightii) e de folhas de outras duas forrageiras tropicais rami (Boehmeria nivea (L.) Gaudich) e mandioca (Manihot esculenta Crantz). Amostras de 3 g (guandu, soja e rami) ou 5 g (leucena e mandioca) do material foram incubadas no rúmen de quatro novilhos por períodos de 3, 6, 12, 18, 24 e 48 horas. As degradabilidades efetivas da MS e da PB para a taxa de passagem de 5% hora foram elevadas (acima de 60%). As taxas de degradação, exceto a do guandu, também foram consideradas elevadas. As forrageiras apresentaram alta digestibilidade total da proteína (acima de 88%), exceto os folíolos de guandu (69%). O guandu foi a forrageira com menor potencial de degradação da proteína.

Degradabilidade ruminal da matéria seca e da proteína bruta de folhas e folíolos de forrageiras tropicais

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