R. Bras. Zootec.01/ago/2006;35(4):1535-42.

Óxido de cromo e n-alcanos na estimativa do consumo de forragem de vacas em lactação em condições de pastejo

Mirton José Frota Morenz, José Fernando Coelho da Silva, Luiz Januário Magalhães Aroeira, Fermino Deresz, Hernan Maldonado Vásquez, Domingos Sávio Campos Paciullo, Fernando César Ferraz Lopes, Ana Cristina Wyllie Elyas, Edenio Detmann

DOI: 10.1590/S1516-35982006000500036

Foram avaliadas as técnicas do óxido de cromo/digestibilidade in vitro e dos pares de n-alcanos (C31:C32 e C33:C32) na estimativa do consumo de matéria seca (CMS) por vacas Holandês x Zebu em lactação em pastagem de capim-elefante cv. Napier. As extrusas foram obtidas utilizando-se uma vaca com fístula esofágica. Realizaram-se coletas de fezes duas vezes ao dia, diretamente no reto dos animais, durante nove dias em cada período experimental. O delineamento utilizado foi o de blocos casualizados, em esquema de parcelas divididas. Ambos os pares de n-alcanos possibilitaram estimativas de consumos semelhantes, independentemente do horário de coleta (manhã e tarde), sugerindo que uma única coleta de fezes por dia seria suficiente. Quando o estudo foi realizado utilizando-se o valor médio das duas coletas, todas as metodologias diferiram entre si. O Cr2O3/DIVMS forneceu valores de CMS que podem ser considerados mais adequados, pois foram mais próximos daqueles estimados para forragem consumível (2,6% PV) e dos valores das tabelas de exigências do NRC (2001) (2,7% PV). Além disso, essa técnica apresentou vantagens quanto à simplicidade dos procedimentos analíticos e ao baixo custo.

Óxido de cromo e n-alcanos na estimativa do consumo de forragem de vacas em lactação em condições de pastejo

Comentários