R. Bras. Zootec.01/abr/2001;30(2):388-93.

Efeitos do Estresse Térmico nas Concentrações Plasmáticas de Progesterona (P4) e Estradiol 17-b (E2) e Temperatura Retal em Cabras da Raça Pardo Alpina

Luis Fernando Uribe-Velásquez, Eunice Oba, Lúcia Helena de Albuquerque Brasil, Francisneide Neves de Sousa, Francisco Stéfano Wechsler

DOI: 10.1590/S1516-35982001000200014

Seis cabras lactantes foram distribuídas aleatoriamente em um delineamento experimental em “crossover”, em dois grupos: sob condições termoneutras e estresse térmico. Um período de adaptação de 28 dias foi seguido por quatro períodos de 14 dias cada, quando os animais sob estresse térmico foram expostos à temperatura média de 33,84oC; THI de 86,20; BGT de 36,18 e BT de 32,11oC das 8 às 17 horas, incluindo radiação solar simulada das 10 às 15 horas. Não houve diferença entre as concentrações plasmáticas de progesterona, mas as fêmeas submetidas ao estresse térmico apresentaram diminuição nas concentrações plasmáticas de estradiol, quando comparados ao grupo termoneutro. A temperatura retal dos animais sob estresse térmico foi mais elevada quando foi comparada à do grupo de animais em condições de termoneutralidade. As cabras mantiveram as concentrações plasmáticas da progesterona, com diminuição na secreção de estradiol, quando expostas a um estresse repetido e intermitente, a despeito de ocorrer hipertermia durante o estresse pelo calor.

Efeitos do Estresse Térmico nas Concentrações Plasmáticas de Progesterona (P4) e Estradiol 17-b (E2) e Temperatura Retal em Cabras da Raça Pardo Alpina

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