R. Bras. Zootec.01/out/2006;35(5):1966-70.

Determinação do período de coleta total de excretas para estimativa dos valores de energia metabolizável em frangos de corte

Valdir Silveira de Avila, Aline Paula, Paulo Antônio Rabenschlag de Brum, Arlei Coldebella, João Carlos Maier

DOI: 10.1590/S1516-35982006000700012

O efeito do período de coleta total das excretas na estimativa da energia metabolizável [aparente (EMA) e corrigida para nitrogênio retido (EMAn)] foi avaliado em frangos de corte de 19 a 23 dias de idade. O delineamento experimental foi composto de cinco tratamentos (1, 2, 3, 4 e 5 dias de coleta total de excretas), com seis repetições, em blocos casualizados, totalizando 300 pintos de corte para a ração-teste e 300 para a ração-referência. A ração-teste foi obtida pela substituição de 40% da ração-referência por milho. Depois de quatro dias para adaptação dos frangos, iniciou-se a coleta das excretas por períodos de 1, 2, 3, 4 ou 5 dias subseqüentes, o que constituiu os tratamentos. Os dados foram avaliados por meio de análise de variância, pelo procedimento GLM do SAS (2001), e as médias foram comparadas pelo teste Tukey. Os valores médios de energia metabolizável para o milho, com base na matéria natural, nos períodos de coleta de 1, 2, 3, 4 e 5 dias, com seus respectivos coeficientes de variação (%), para EMA (kcal/kg) foram 3.814 (7,26), 3.511 (5,32), 3.563 (2,51), 3.512 (1,31) e 3.489 (1,00) e, para EMAn (kcal/kg), 3.709 (6,68), 3.434 (4,85), 3.482 (2,31), 3.438 (1,11) e 3.423 (1,03), respectivamente. O período de coleta total de excretas de quatro dias é suficiente para gerar dados de EM do milho de igual confiabilidade aos apresentados com cinco dias.

Determinação do período de coleta total de excretas para estimativa dos valores de energia metabolizável em frangos de corte

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