R. Bras. Zootec.01/jun/2001;30(3 Sup..1):1058-64.

Efeitos da restrição alimentar protéica ou energética sobre o crescimento de frangos de corte criados em diferentes temperaturas ambiente

Elizabete Regina Leone, Francisco Ernesto Moreno Bernal, Renato Luís Furlan, Euclides Braga Malheiros, Marcos Macari

DOI: 10.1590/S1516-35982001000400021

O presente experimento foi conduzido com o objetivo de avaliar o efeito da restrição protéica ou energética, entre o 8o e o 14o dia de idade, sobre o crescimento e a composição da carcaça de frangos de corte criados em diferentes temperaturas ambientes. Foram utilizados 900 pintos de um dia, machos, da linhagem Ross, os quais foram alojados em três diferentes câmaras climatizadas nas temperaturas de 18, 25 ou 33°C, do 1o ao 42o dia de idade. Para cada temperatura, o delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema de parcelas subdivididas, em que as parcelas corresponderam ao programa alimentar (controle – 2850 kcal EM/kg e 20% de proteína bruta do 1o ao 21o dia de idade e 3040 kcal EM/kg e 17% de PB do 22o ao 42o dia; restrição energética – 2565 kcal EM/kg e 20% de PB e restrição protéica – 2850 kcal EM/kg e 15% de PB entre o 8o e o 14o dia de idade) e as subparcelas, à idade das aves. Entre o 1o e o 7o dia de idade e após o período de restrição as aves receberam a mesma dieta do que os animais controles. Foram avaliados o peso vivo e a composição da carcaça das aves. Os resultados mostraram que, de forma independente da temperatura de criação, as restrições alimentares (energética ou protéica) não afetaram o peso vivo e a composição da carcaça aos 42 dias de idade, evidenciando que o frango em temperaturas ambientes diversas mantém a capacidade de ganho compensatório.

Efeitos da restrição alimentar protéica ou energética sobre o crescimento de frangos de corte criados em diferentes temperaturas ambiente

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